sábado, novembro 15, 2008

Série Coments

Pronto, decidi parar de falar sobre séries aqui. A partir de agora, quando eu quiser falar de séries, falarei no Série Comments, meu novo blog.

quarta-feira, outubro 29, 2008

Programa No ar

Esses dias eu estava em mais uma das minhas intermináveis buscas por vídeos sobre aviação no youtube quando achei algumas pérolas. Os vídeos são de um programa de TV sobre o assunto. Na verdade, parecem ser dois programas, um chamado "No ar" e o outro "Voar". Uma pena não existirem mais programas como estes que matam a curiosidade dos fanáticos por aviação. O programa é sensacional, e esse pouso em SDU é excelente. Belas imagens e muita informação.


terça-feira, outubro 21, 2008

Caso Eloá

Pra começar, eu sei que é muito fácil falar depois de tudo já ter acontecido, podemos até considerar esta prática de “falar depois” uma espécie de covardia, mas temos de admitir que o “falar depois” é importante. Analisar é preciso, só assim ocorrem as melhorias com o passar do tempo. Se deixarmos as coisas simplesmente passar sem uma análise, elas nunca deixarão de acontecer de forma errada. O caso Eloá foi o assunto da semana. É difícil abrirmos um jornal hoje e não encontrarmos notícias sobre os envolvidos.

Em meio a todos esses acontecimentos, vimos diversas lambanças, sejam elas da polícia ou, até mesmo da imprensa. Muita coisa errada aconteceu. Do lado da imprensa, podemos falar da sensacionalista Sônia Abraâo que botou o seqüestrador pra falar ao vivo em seu programa. Do lado da polícia, podemos citar diversos, inúmeros exemplos de lambança, principalmente porque eles possuem treinamento pra lidar com situações como estas.

Sempre percebi uma dificuldade enorme da polícia em admitir erros. Entendo que o trabalho deles envolve situações complicadíssimas, de alto risco, sendo assim, é absolutamente normal haver erro. Não há a necessidade de crucificá-los. Por outro lado, há sim a necessidade de analisar tudo o que aconteceu e apontar todos os erros cometidos. Somente assim as coisas passam a acontecer da forma correta.

Mesmo sem o conhecimento para analisar uma situação de crise como esta, tem coisa que até mesmo quem não é especialista consegue encontrar algumas coisas absurdas. Um grande exemplo, se não o maior, foi o retorno da menina Nayara ao cativeiro. Eu sinceramente acho que a polícia subestimou o seqüestrador e o caso em si. Eles nunca imaginaram que iria acabar nisso. Penso também que as críticas relacionadas ao retorno da menina ao cativeiro deixaram a polícia com o orgulho ferido, e isso motivou a invasão afobada que vimos pela TV.

Antes de continuar falando sobre isso, abro um parêntese para um comentário bem diferente. Que danadinha essa menina, né? Nem bem saiu de uma situação perigosa e já pede a visita do Alexandre Pato. Impressionante como as coisas facilmente descambam-se para esses lados obscuros. E não venham dizer que há inocência nessa desejada visita porque não há. “Tião Macalé, ninguém qué, né?” Vai vendo se ela pede a visita do Sid Moreira, do Leo Batista ou até da Xuxa. Não pede. Por que será? Só fez atrapalhar voltando ao cativeiro. A polícia, que devia estar preocupada com uma única refém, teve de se preocupar com duas.

Voltando ao assunto, gostei muito das análises feitas pelo Capitão Pimentel e pelo camarada que dá treinamento pra Swat. Acho que a afobação imperou no caso. Espero que essa tragédia ao menos sirva de lição para os negociadores e gerentes de crise da polícia.

quinta-feira, outubro 16, 2008

Séries e mais séries...




Estive bem ocupado esses dias, na verdade, além de ocupado, estava sem paciência para atualizar este blog. Mesmo assim, enquanto realizava outras atividades, pensava sobre o que poderia escrever aqui.


Mad Men

Estou fazendo um bico, traduzindo alguns textos de uma empresa. Está sendo ótimo porque além do dinheiro eu ainda melhoro no Inglês. Traduzir é legal, por outro lado, cansa muito. É um trabalho mental enorme, pelo menos para mim, que ainda estou aprendendo inglês. Para dar uma relaxada após ficar várias horas seguidas traduzindo textos, continuei assistindo às minhas séries favoritas. Resolvi também baixar algumas séries diferentes. Li no blog Séries e etc. que uma das séries mais premiadas foi a Mad Men, então, eu resolvi baixar. Achei a série interessante, vi até o terceiro episódio da primeira temporada. Para falar a verdade, eu nem sei em qual está. O estilo “de época” é legal, os personagens e até o contexto, mas eu sinceramente acho que a série poderia ser muito melhor.

Parênteses, a Internet é dinâmica e aproveitando este dinamismo, resolvi dar uma rápida olhada na comunidade da série no Orkut para saber como era. Logo na descrição já estão dizendo que a série está na segunda temporada.

Voltando ao assunto, eu sei que existem muitas histórias sensacionais no mundo da publicidade e estas histórias poderiam ser abordadas na série. De qualquer forma, classifico Mad Men como uma série “assistível”.


True Blood

Ao acessar o site onde baixo legendas, vi os links para legendas de algumas séries e resolvi testar algumas delas. Uma delas foi a True Blood, série esta que eu não recomendo a ninguém. Foi um dos downloads mais inúteis que eu já fiz. A série fala sobre a criação de uma bebida a base de sangue sintético, se não me engano, criada por japoneses ou chineses. Após terem criado esta bebida, os vampiros passaram a viver normalmente, sem a necessidade de esconderem-se. Eu até gosto de histórias de vampiros, tive a minha época de “RPGista” e joguei muito Vampire. O problema é que a série não me chamou a atenção. Mesmo assim, acho que vou baixar o segundo episódio para ter certeza do que penso.


Knight Rider 2008

Quando era pequeno, era viciado em Super Máquina. Assistia sempre, tinha o carrinho de brinquedo, o caminhão e, se me lembro bem, até o bonequinho do Michael. Misturava com os “Comandos em ação”. Faz muito tempo que a primeira versão da série saiu do ar, mas, se não me engano, a série segue o mesmo estilo da versão antiga. Não há uma continuidade, cada episódio é um novo episódio, a pessoa pode assistir um episódio ao acaso sem que hajam muitos problemas para o entendimento. Uma das mudanças boas da série é a utilização da tecnologia e dos efeitos especiais.


Fringe

Eu estou gostando muito de Fringe. É sobre ficção científica e até agora eu estou empolgado para acompanhar todos os capítulos. Estou atrasado duas semanas, não nos downloads, mas em assistir mesmo. Estou aguardando para ver com a Carolina quando o trabalho de tradução terminar. Esta é a única série que ela demonstrou algum interesse de assistir. Já eu, não acompanho menos de cinco séries.


Prison Break

A série está sensacional, mas pelo que li na EZTV, está em pausa até o dia 20 de outubro. Uma semana só, não faz mal a ninguém. E do jeito que vai a série, vale a pena esperar.


Heroes

No começo desta terceira temporada eu estava meio desanimado, achei o primeiro episódio meio enrolado, sem graça, mas a série deu uma esquentada. Achei interessante a virada de casaca do Sylar. A cena dele vestido com um avental na cozinha preparando o café da manhã do filho foi impagável. Eu gosto de Heroes, mas estou achando a série muito instável esses dias.


Dexter

Fica até difícil de falar sobre esta série que, definitivamente, é demais. Sempre assisti, desde o primeiro capítulo e a série nunca entrou em decadência, fica melhor a cada episódio. Os pensamentos do Dexter, as sacadas do personagem são sensacionais. No episódio desta semana, Rita ficou espantada ao ver que o Dexter fez a lista de compras em ordem alfabética. Quem já leu alguma coisa sobre serial killers de verdade sabe o quanto Dexter é genial. Li “Serial Killer – Louco ou cruel?”, da Ylana Casoy. O livro é muito bom e apresenta um pouco sobre esse mundo bizarro dos serial killers. Quero ler o “Serial Killers – Made in Brasil”.

quarta-feira, outubro 08, 2008

Detenção / Sensacionalismo

Detenção

Engraçado como são as coisas. No dia das eleições eu estava escutando FM o tempo todo para saber das últimas notícias. Fiz isso durante grande parte da tarde e no início da noite de domingo. Foi engraçado ouvir no rádio o ex-governador do Estado, João Alves Filho dizendo que era uma ousadia da polícia detê-lo. Onde já se viu? Quer dizer que o fato de ter sido governador o torna um cidadão intocável?

Continuando a história, hoje li o seguinte trecho no portal Infonet:

Outro fato que segundo afirmações de Mendonça Prado pode ter atrapalhado a sua candidatura no dia 5 de outubro foi a detenção do ex-governador João Alves Filho no episódio com a Polícia Militar. Na sua avaliação, João Alves era um importante cabo eleitoral, que ficou detido das 10h até as 16h, o que o impediu de conseguir votos que poderiam ter sido decisivos. “Acredito que o ex-governador teria me ajudado bastante. Em função de um erro de uma autoridade policial que queria aparecer, fomos prejudicados”, avaliou.

Segundo o texto encontrado no portal Infonet, Mendonça coloca a detenção do ex-governador como um dos fatores de sua derrota, já que, segundo ele, João Alves era um importante cabo eleitoral e, por ter ficado detido por 6 horas, deixou de conseguir votos importantes.

Mas o que diabos o João Alves poderia fazer caso não estivesse detido? Não é proibida a propaganda eleitoral em dia de eleição? Como ele iria conseguir esses votos importantes? A propósito, não eram poucos votos. É impressionante essa necessidade de culpar alguém quando as coisas dão errado.


Sensacionalismo

Ano passado passei o mês mais triste de toda a minha vida. Minha mãe estava muito doente, sem expectativas, sem esperança em vista de um câncer muito agressivo. Em vista disso, viajei para Barra do Piraí para passar os últimos momentos com ela. Foi um mês de tristeza, de sofrimento, lembro que me sentia como se estivesse aguardando uma grande porrada dentro da cara, sabendo que não teria como me defender e ao mesmo tempo não poderia iniciar os curativos já que a porrada ainda não havia sido dada. Foi uma sensação de impotência, de tristeza, nem sei descrever, mas posso dizer sem sombra de dúvidas que foi o pior momento da minha vida.

Hoje me sinto melhor, claro que ninguém consegue esquecer completamente um momento como esse, uma pessoa como ela foi, mas pelo menos eu acho que estou conseguindo lidar com a saudade, com as lembranças. Posso dizer com convicção que sei o que é sofrer de verdade.

Depois de viver todo esse sofrimento, este ano, me deparei com a campanha do candidato Mendonça Prado onde aparecia a ex-senadora Maria do Carmo com “cara de hospital”, “voz de hospital” e “papo de hospital”, lembrando do momento difícil que está passando com uma doença e pedindo voto para o genro. Não aceito, sinceramente, eu não aceito que alguém se utilize do sofrimento para pedir votos. São duas coisas que não podem ser misturadas, jamais.


Bomba no avião

Brasileiro é um povo bem tranquilo, se fosse em outro lugar os passageiros estariam preocupados. A preocupação aqui é só com o atraso. Como é bom ser brasileiro.


segunda-feira, outubro 06, 2008

Eleições / Foto estranha






Fiquei muito feliz com os resultados das eleições nas minhas duas cidades. Em Aracaju, Edvaldo Nogueira foi reeleito e em Barra do Piraí o Zé Luis. Não tenho muito a comentar sobre Barra, mas em relação à Aracaju, é necessário lembrar que o resultado ressaltou a força política do Governador Marcelo Déda ao mesmo tempo em que reafirmou o fim do revezamento entre os políticos de sempre. O resultado serviu para reforçar a sede de mudança, de caras novas. Por mais que o prefeito Edvaldo já tenha ficado no cargo por 2 anos, desta vez a coisa aconteceu de uma forma diferente. Ele precisou lutar para chegar lá, e chegou.

Confesso que após o debate eu tive medo de o Edvaldo perder votos devido ao seu jeito pacífico durante o debate. O desempenho de Edvaldo no debate não foi tão ruim quanto comentou-se, pelo contrário, tanto é que a vitória veio.

O debate mostrou antigas estratégias agressivas, já utilizadas em outras eleições, e, mais uma vez, sem sucesso. Outra estratégia falida foi a de tentar dividir os votos, lançando um grupo de candidatos incapazes de competir com o da situação. A única que demonstrou estar mais independente foi a Vera Lúcia que foi o tempo todo contra todos os candidatos, não se deixando usar pelos candidatos da oposição. Alguns faziam perguntas do tipo:

- O que a senhora acha desse aspecto do governo atual?

Sem deixar-se manipular, Vera Lúcia falava da deficiência que via no governo atual, sem esquecer-se de dizer que os antecessores enfrentaram os mesmos problemas e não fizeram nada. Ao unirem-se contra Edvaldo, os três outros passaram a idéia da continuidade da antiga política de revezamento no Estado de Sergipe, e isso foi crucial.

Parabéns ao Edvaldo.


Foto estranha

Estava lendo o Emsergipe.com quando achei uma notícia retirada do site GloboEsporte.com. O avião que transportava a delegação de futebol do Flamengo, após o jogo contra o Náutico em Recife estava chegando ao Aeroporto Internacional Tom Jobim no Rio de Janeiro, ao se aproximar da pista o comandante resolveu arremeter devido a um vento de cauda. Tentando ilustrar a matéria, o portal sergipano publicou uma foto do novíssimo Airbus A380, no caso da matéria, a aeronave tinha a pintura da empresa Singapore Airlines. A foto foi excessivamente desproporcional já que o A380 é tão grande que precisaria de uma adaptação gigantesca em qualquer aeroporto brasileiro. Ainda assim, seria inviável um vôo doméstico entre Recife e Rio de Janeiro. Seria mais coerente a publicação de uma foto de um Boeing 737 ou de um Airbus A320, A319, enfim, algo mais dentro da realidade brasileira.

Falando em arremeter, o procedimento já aconteceu comigo duas vezes, uma ao chegar em Salvador e outra no Rio de Janeiro. Realmente, os passageiros ficam nervosos e podemos ouvir sussurros de palavras como: deus, senhora, céu, proteja, pai nosso, ave Maria e coisas do tipo.

quinta-feira, outubro 02, 2008

Séries / Simulador de bolsa de valores

Séries

Definitivamente, pra mim, Prison Break está muito melhor do que Lost. Eu gosto muito de Dexter e Heroes também, mas a constância de Prison Break vem desde o início da série. Muita emoção e adrenalina em todos os capítulos. Não assisti a um único capítulo chato durante todas as temporadas.

Dexter também voltou muito bom, mas o Heroes eu achei meio perdido, meio enrolado, mas nos próximos episódios eu posso mudar de opinião.


Simulador de bolsa de valores

A quantidade de pessoas que investem na bolsa de valores aumenta a cada dia. Além de livros muito interessantes sobre o assunto, já podemos encontrar cursos ministrados aqui mesmo em Aracaju. Outra dica excelente é a utilização de simuladores de bolsa. Durante o processo de aprendizado é melhor perder dinheiro virtual e deixar o real bem guardado. É mais seguro desse modo. No momento eu tenho usado o simulador Joveminvest. Escolhi este após algumas pesquisas no Orkut. Cheguei a usar o da Folha e alguns outros, mas o Home Broker do simulador JovemInvest é sensacional.

quarta-feira, setembro 24, 2008

Tecnologia / Cinema / Política / Saudade / Losing my religion

Tecnologia

Em minhas andanças de ônibus pela cidade, felizmente, tenho visto mais pessoas usando MP3 player, isso é um sinal de que o acesso a esta tecnologia está cada vez mais abrangente. Sempre que entro num ônibus vejo no mínimo um com os conhecidos fones de ouvido. Hoje mesmo, estava indo pra casa da namorada ouvindo Morgan Page – Call My Name e vi umas quatro pessoas ouvindo música.


Cinema

A falta de um segundo cinema decente na cidade é grande. Particularmente acho os preços muito caros, inacessíveis para a maioria da população. Um filme custa, na maioria das vezes, mais de 10 reais, e se você somar a pipoca à esta conta, a coisa fica literalmente mais “salgada”. Quando existia Movicom, os Diplomados da Unit podiam aproveitar o desconto e pagar apenas metade da entrada, mas o sonho acabou, o cinema fechou e a opção acabou. Situação pior que a nossa, vive a cidade onde morei, Barra do Piraí, localizada no Vale do Paraíba, estado do Rio de Janeiro. Lá não tem cinema faz muito tempo, a Igreja Universal arrendou o que tinha por lá e os amantes do cinema passaram a viajar para Volta Redonda para assistir a um filme na telona.


Política

Tento resistir, eu juro que tento. O problema é que a irritação vai além do meu controle. Quem me conhece e sabe do meu nível de autocontrole pode até dizer que pareço ter “sangue de barata”, mas não dá, eu não consigo ficar muito tempo sem falar em política, principalmente quando estão acontecendo coisas que me irritam. Hoje, ou melhor, ontem, tenho que admitir que os políticos pegaram um pouco mais leve com os carros de som na 13, mesmo assim, ainda rolou perturbação com as músicas irritantes. É engraçado (se não for triste) ver os carros de som competindo para ver quem toca o som mais alto, é como se a conquista dos votos estivesse diretamente proporcional ao nível de decibéis do carro de som. Sabe o momento da discussão, quando uma das pessoas perde totalmente a razão e parte pra gritaria? É como animais que fazem barulhos altos para amedrontar o seu oponente.

Enquanto isso, quando vamos olhar os programas de governo e os programas eleitorais vemos diversas falhas, diversas enganações, promessas que dificilmente poderão ser cumpridas. É triste ver tanta palhaçada, tanta enganação, tanta ilusão, além do fato de o país parar ou, no mínimo, diminuir o ritmo no ano de eleição. Esse processo eleitoral deveria ser modificado e realizado somente de 4 em 4 anos. Não canso de dizer isso.


Saudade

Sentimentozinho esquisito esse, heim? Ao mesmo tempo em que nos faz sentir falta, nos faz lembrar, nos faz voltar a um passado que não volta mais, nos faz reviver momentos felizes com pessoas que já não estão mais conosco, pelo menos não fisicamente. É triste, mas ao mesmo tempo, enquanto nos leva a reviver esses bons momentos, anestesia nossa dor interminável com uma alegria gostosa, mesmo assim, temporária. Na verdade, esta alegria volta a nos acompanhar por tão pouco tempo que acaba por transformar a saudade num vício. É um sentimento tão ruim e ao mesmo tempo tão bom que faz com que nós nos tornemos dependentes dele. Quando temos dúvidas, tentamos imaginar o que os já ausentes diriam naquela situação, quando temos tristezas, tentamos imaginar como seria bom um abraço acolhedor, quando estamos felizes, queremos dividir este sentimento com essas pessoas. E para terminar, quando a saudade é muito intensa, sem perceber, nos pegamos conjugando no presente verbos que deveriam ser conjugados no pretérito.


terça-feira, setembro 23, 2008

Proibição

Apreensão, com uma única palavra eu consigo resumir as sensações que rondam a minha mente esses dias. Como é emocionante estar perto de realizar um sonho. Assim estou eu, aguardando um telefonema, um e-mail, um telegrama. Esse contato é o início de tudo, por isso tamanha apreensão. Mas não vou ficar falando muito nisso aqui, deixa o tempo dar minhas respostas sobre isso. Vamos falar de coisa ruim.

Sinceramente, confesso que tento sentir a euforia das eleições, a empolgação, a esperança de ver melhorias na minha querida cidade. Infelizmente, esses dias pré-eleição só me irritam, cada vez mais. Hoje eu estava no apê da namorada, estávamos estudando para concurso quando começou a barulheira. Os carros de dois candidatos ficaram contornando uma rótula sem parar, tocando jingles repetitivos na maior das alturas e isso me irritou bastante. Parecia o Precaju.
Esse tipo de coisa deveria ser proibido, não entendo porque ainda não aboliram esta prática irritante.

quarta-feira, setembro 17, 2008

Fórmula 1 e Política

Essa insistência da Globo em dizer que a Ferrari está demorando em mandar o Kimi ajudar o Massa me irrita. Em todas as corridas tem um esperto pra falar nesse assunto. Isso já está enchendo o saco.

Esquecendo um pouco das irritações, a empolgação aumenta a cada dia pelo GP noturno de Cingapura. Acho que vai ser uma experiência interessante para a F1.


Política

Ontem, no ônibus, passei pelo cruzamento que leva até a Unit e vi a galera das bandeiras, tanto do Almeida quanto do Edvaldo. Todos juntos escondidos do sol. Volto a dizer, isso deveria acabar. As eleições deveriam ser realizadas de 4 em 4 anos e acabou. São diversos os transtornos causados nesta época. O país para. Engarrafamentos, muita sujeira, horário eleitoral, barulho, agressões verbais e muito mais. Espero que revejam este formato de eleições. O horário eleitoral exibido é um besteirol geral, onde candidatos aparecem fantasiados, outros aparecem utilizando-se de doenças para deixar os eleitores com pena, enfim, ridículo. Quem está doente precisa se cuidar e não ficar em programinha eleitoral pedindo voto pra um e pra outro. É nesses momentos que vemos a ganância, a sede incontrolável em manter-se no poder. A importância do poder supera o cuidado com a saúde, supera os valores éticos e morais, enfim, supera tudo.

segunda-feira, setembro 08, 2008

Sílvio Santos / Amazônia / Fórmula 1

Hoje resolvi assistir ao Programa Sílvio Santos. Na verdade, nem sei se o nome oficial do programa dele é este, mas vamos chamá-lo assim. A cada dia que passa o Sílvio fica mais genial. Pelo que percebi hoje, anda meio psicopata, zoando uma “colega de trabalho” por esta ser viúva, falou que a coitada tinha matado o marido, enfim, zoou muito. As piadinhas com dinheiro também são sensacionais. Segundo ele, com R$ 60 reais ele come uma empada, toma um refrigerante e compra um chiclete. O Sílvio é tão querido que dificilmente as pessoas enxergariam maldade em suas brincadeiras. Até mesmo nos momentos em que ele joga dinheiro e fica rindo enquanto as mulheres desesperadas se estapeiam atrás de notas de R$10 ou R$50. Quando ele quebra ovos na cabeça das colegas de trabalho em troca de dinheiro. São muitos os exemplos e, por isso, particularmente, eu vejo um pouquinho de sadismo nas brincadeiras dele, e talvez por isso eu me divirta tanto vendo o Sílvio zoando e rindo da cara dos participantes.


Fantástico

Essa noite o Fantástico veio com umas idéias de fiscalizar a Amazônia. Eu acho bem interessante, inclusive, já adicionei o App ao meu Orkut. O que eu não entendo é o motivo da Rede Glóbulos não ter feito alguma ação nesse sentido anteriormente. A emissora é uma das maiores potências no Brasil e no mundo, sendo assim, tem muito poder para pressionar os governantes para uma ação efetiva na região. Não existe complicação, basta divulgar, e, neste caso, divulgar massivamente tudo de errado que acontece na região, assim como as iniciativas de sucesso que forem ali realizadas. Já estava na hora de a Globo realizar uma ação como essa, e como diria o Sid Moreira: - “Estamos de olho ...”


Fórmula 1

A etapa da Bélgica foi, definitivamente, sensacional. Há tempos não assistia a uma corrida tão boa e emocionante. Rodadas, ultrapassagens perigosas e irregulares, enfim, não faltou adrenalina, tanto é que a vitória caiu do céu para Felipe Massa que terminou a corrida em segundo graças a uma rodada do seu companheiro de equipe, Raikkonen. Já terminada a prova, Lewis Hamilton foi punido e perdeu 25 segundos, o que resultou na vitória do brasileiro. Semana que vem o bicho vai pegar na Itália.

sábado, setembro 06, 2008

Política e Prison Break

Política
Bom saber que as campanhas políticas já estão chegando ao fim. Não agüento mais as músicas, as enganações, o dinheiro desperdiçado com palhaçada na TV. Não agüento os acordos escancarados e, principalmente, não agüento ver a quantidade de gente que literalmente DEPENDE da política para viver e ser feliz.

As eleições deveriam ser realizadas apenas de 4 em 4 anos, e não de 2 em 2. Menos dinheiro gasto, menos oportunidades para acordos absurdos, menos teatro na TV, menos mentiras, menos incômodo para meus olhos e ouvidos, menos engarrafamentos desnecessários, menos brigas, menos tudo de ruim que a política nos proporciona uma vez a cada dois anos. Além disso, seria mais fácil desenvolver programas de governo casados, entre prefeito e governador. Infelizmente, os incompetentes que depende da política não aceitariam isso. O risco é muito para eles.

Prison Break

Deixando a política um pouco de lado, a boa notícia da semana foi a volta da série Prison Break. Acho que essa temporada virá matando a cacetada quem aparecer pela frente ao quadrado. O episódio duplo foi de assombrar a cabeça de qualquer um. Definitivamente, a temporada promete, e muito. A espera agora é por Dexter, Heroes, Kyle XY, Fringe e o que mais aparecer por aí.

segunda-feira, setembro 01, 2008

O Nevoeiro

Se eu não tivesse ganhado o ingresso eu não teria rido tanto. Sempre tive uma forte admiração pelo Stephen King, mas este filme, para mim, chegou perto de ser classificado como “lixo”. Cenas mal feitas, tosquices, gritos engraçados e uma trilha sonora paupérrima caracterizaram este que deve ter sido um dos maiores fracassos da indústria Hollywoodiana. O filme foi uma decepção quase completa, a não ser pelo final. Um dos mais engraçados que eu já vi em toda a minha vida. Eu tenho adoração por humor negro, e este filme soube fazer isso muito bem. Por mais que a atitude final tenha sido forçada ao extremo, eu tive um ataque de risos incontrolável, saí cambaleando sem conseguir me equilibrar, sem conseguir parar de rir. Na verdade, eu não estava conseguindo nem mesmo respirar, de tão engraçado que foi o final. E eu olhava as atendentes do cinema olhando com aquela cara de mormaço, é como se estivessem sentindo um enorme dó pelo desnecessário gasto de dinheiro das pessoas presentes naquela sala. E ao olhar para elas, lembrava que eu ganhei os ingressos e meu ataque de risos voltava a todo vapor. Vou plagiar um comentário que li numa crítica sobre o filme.

O pior: O final
O melhor: O final

Genial

sexta-feira, agosto 29, 2008

Telefonia Móvel / Fora de foco

Telefonia Móvel

Em alguns pontos, definitivamente, as privatizações foram positivas. Basta olharmos o exemplo das empresas de telefonia celular. Hoje temos a Agência Reguladora, temos concorrência nos preços de ligação, de aparelhos, nas propagandas e até nas preocupações sociais. Vimos a Oi com a sensacional campanha pelo desbloqueio dos aparelhos, agora, todas as concorrentes falando sobre a portabilidade. Não acredito que a campanha pelo desbloqueio seja alcançada, mesmo assim, a briga está grande.


Anúncios do TSE

Você pode achar que estou exagerando, mas, sinceramente, os anúncios do TSE me irritam. O homem emotivo que chora sempre que o seu telefone toca, a mulher que anda em círculos que fica dando voltas quando está com pressa e o homem sapateador. Para o que pretende, a propaganda é bem feitinha, mas eu não acho correto o TSE incentivar um “votar por votar”. Na verdade, o incentivo deveria ser outro, bem diferente deste. Quando falo em “votar por votar”, é porque o TSE se preocupa apenas em incentivar a população a votar, mas em nenhum momento fala sobre o funcionamento das eleições. Os cidadãos precisam votar no menos pior. Não temos uma ferramenta para negar os candidatos que ali estão. Esta ferramenta deveria existir. Temos o direito de não aceitarmos aqueles candidatos.

terça-feira, agosto 26, 2008

Mais historinhas de ônibus ...




Papo de ônibus – Jujubas

Hoje, mais uma vez, precisei pegar um ônibus. A viagem foi tranqüila na ida e na volta, mas o que vou contar aconteceu durante a volta, do centro até a 13 de julho. Acho que quem anda de ônibus já deve ter visto uns garotos vendendo jujubas e falando com um sotaque engraçado. Eu hoje resolvi bater um papo com o vendedor das jujubas e ele me disse que a idéia de vender teria sido uma iniciativa dele. Eu antes achei que fosse uma idéia de alguma ONG ou de algum órgão, mas esse camarada me informou que não. Na verdade, eu continuo meio desconfiado visto que seria muita coincidência todos eles resolverem vender balas em ônibus anunciando seus produtos com aquele sotaque engraçado sem receber uma orientação para isso. De qualquer forma, eu achei válida a idéia. Esse camarada com quem conversei, parecia ter mais de 18 anos e se disse contrário à presença de crianças nesta atividade. Claro que ele pensa assim, afinal, são seus concorrentes. Acho isso uma questão bem complexa e acredito que alguma ONG ou órgão governamental deveria instruir esses meninos para que eles tenham mais sucessos nessas vendas, não só nos ônibus, mas em outros locais. Há quem nasça com o dom de vender e ao exercitarem essa habilidade em locais públicos essas pessoas, antes invisíveis aos olhos da sociedade podem ser descobertas por empresários do comércio da cidade. Idéias existem de sobra, o que falta é a vontade de fazer as coisas darem certo.


Papo de barbearia

Hoje fui cortar cabelo numa barbearia aqui perto de casa. É interessante como as pessoas adoram falar em códigos como se os outros não fossem perceber. Tinha um pessoal na barbearia conversando comigo. Ele, dizia que estava dando aulas de surf pra ela, em seguida, disse que a aula tinha sido um pouco superficial. Ela disse que andava bem light ultimamente, tinha medo de ter a aula prática de surf e engolir muita água e acabar com a barriga grande. Para desmoralizar de vez, o camarada chegou pra ela e mandou: Você só bebe água se quiser... Acho que quando eu saí de lá, ela deve ter ficado se perguntando se eu teria entendido a essência do papo.


Manequins brigões

A mente humana é uma coisa interessante, sem perceber, pensamos em cada viagem...
Hoje a tarde, conversei com uma figura que veio fazer o seguinte comentário:
- Você já reparou como os manequins desta loja ficam em posições estranhas? Parece até que ficam se agredindo quando a loja fecha.


Horário Eleitoral

Eu resisti muito, mas não deu. Hoje a minha namorada me convenceu a assistir ao horário eleitoral. Eu sinceramente achei que fosse ser uma experiência entediante e chata, mas na hora eu acabei mudando de opinião. E digo mais, eu convido a todos os meus leitores a assistir ao horário eleitoral gratuito. Pelo menos pra mim, foi muito útil. Fiquei rindo durante todo o tempo que o programa foi exibido, corrigi alguns erros de português como forma de estudar para concursos públicos e fiquei mais convencido de que a política aqui é uma piada. Vale à pena assistir. A esperança de viver numa cidade mais séria e melhor diminui consideravelmente, por outro lado, a diversão é garantida. Eu recomendo.

segunda-feira, agosto 25, 2008

All of my life

Hoje estou postando um texto enviado por um amigo, também jornalista: Rafael Heleno


All of my life

"All of my life, My dreams run wild, Now I stand alone, In this river of fire..." A princípio quando se analisa a letra em torno de sua musicalidade, o som até pode ser definido com um rock nostálgico, bem ao estilo “melodic”. Mas isso apenas no começo, basta escutar por alguns instantes os versos aclamados por Stan Meissner para perceber que tanto o trecho acima - reportado da canção “River of Fire” -, quanto o conjunto da obra do cantor e compositor canadense, gira em torno de uma perspectiva um tanto mais ousada, envolvendo refrões que se completam e desenvolvem uma perspectiva antémica.

Os sons emitidos pela guitarra resultam em acordes, esses se propagam através das ondas e quando se misturam à melodia formam um procedimento automático que atinge uma condição inenarrável. Essa categoria se alterna em vários e diferentes ciclos de sensações, impossíveis de serem expressos em uma forma concreta por promover um abstrato processo estabelecido pela constante condição referenciada como liberdade.

Importante ícone do hard rock canadense na década de 90, Stan Meissner atingiu o ônus de um cantor e compositor diferenciado em seu estilo. Suas belas composições estão aliadas a invejável habilidade de unir melodia à letra, transformando dois elementos que surgiram e se desenvolveram de forma isolada em uma completa e única obra. O resultado desse trabalho foi o reconhecimento que ainda perdura e o credencia como uma relevante pauta da música popular por mais de 25 anos.

Ao longo de sua carreira, Meissner lançou quatro álbuns, que seriam a “riqueza” de sua música reunida diante de todo acervo formado durante anos de sua trajetória como compositor. Cada um dos trabalhos tem inserido em suas entrelinhas uma espécie de particularidade, que ressalta elementos e diferenciações musicais e poéticas do artista. A soma desse conjunto de valores está centrada no resultado final, sendo cada uma delas considerada como uma peça de culto por boa parte dos colecionadores do gênero.

A começar pelo trabalho de estréia que recebeu o título de “Dangerous Games”. O disco lançado em 1983, tem como destaque as canções “I need your love”, “Can’t let go”, “Rebel Heart”, “Heart of the fire”, entre outras. Em seqüência, “Windows to Light” em 1986, é considerado por fãs como o trabalho mais promissor de Meissner, o que até se justifica por reunir faixas como “I want everything”, “I’ll waith for you”, “Coming out of nowhere”, “Hold me” e sem esquecer possivelmente seu maior sucesso “One chance”.

Fechando sua discografia solo em 1992 com o denominado “Undertow”, esse belo CD reúne surpresas como “It’s no secret”, “River off fire”, “Someone like you’ e “The look one”, com letras e melodias que mantêm a qualidade apresentada nos trabalhos anteriores. Em parceria com o guitarrista “Peter Fredete”, o último título lançado por Meisnner foi em 1999 o projeto “Metropolis – The Power of the night”, que compilou antigas e novas composições, todas com um toque clássico, destacando as faixas “Wild and blue”, “Never look back”, “Whatever it is”, “The power of the night”, além da louca e também maravilhosa “The dark side of the night”, hit da oitava seqüência do filme Sexta-Feira 13 que se apresenta como uma amostra de inventabilidade criativa, capaz de superar a própria obra a qual está inserida.

Em sua carreira internacional, Meissner adquiriu conceito nas Américas e ainda atingiu determinado prestígio em território asiático, resultando em um significativo número de fãs espalhados pelo mundo. Sua carreira poderia ter sido mais expressiva, propriamente pelo cenário Europeu, onde não alcançou a mesma notoriedade conquistada no Canadá. Ainda assim o artista mostrou uma carreira ativa, há anos integrando a equipe de funcionários da escrita em gravadoras, assinando os créditos de canções que embalaram o sucesso de vários artistas como Celine Dion, Eddie Money, Ricochet, Nancy Martinez, Peter Pringle, Toronto, Farmer's Daughter, Rita Coolidge, BJ Thomas, Alias, sem esquecer Triumph, Ben Orr (The Cars), Eric Clapton, Darby Mills, Lara Fabian, entre outros, além de escrever trilhas para filmes, séries e programas de teve.

Nos tempos atuais, Stan Meissner tem seu trabalho voltado apenas para a função de compositor, mas o passado do roqueiro continua presente, inclusive com o mesmo estudando uma forma de novamente relançar todos os seus títulos, tornando sua carreira novamente acessível para o público no mundo todo. O resultado ainda é uma incógnita e dificilmente haverá a repercussão almejada em torno desse fator, que é de imensa relevância para os seus admiradores. E se por um aspecto, o sucesso não foi conivente ao seu talento, o reconhecimento do público se nivela ao mesmo, fazendo com que prevaleça uma única certeza. Mas qual será essa?

No fim, os que já são fãs, continuarão apreciando o trabalho de Meissner. Aqueles que ainda não conhecem, é simples, basta ter acesso a qualquer um de seus títulos e executar a primeira faixa. Quando Iniciar o áudio, é só fechar os olhos bem lentamente, deixar-se transportar para um novo mundo de poesia cantada, repleto de maravilhas a cada reprodução dos versos e tendo como plano de fundo uma melodia mágica, capaz de fantasiar e invadir a mente... Nesse instante não há mais volta, uma vez começado o processo, esse o aprisiona para sempre dentro desse verdadeiro universo, que também responde a pergunta acima, a obra do grande mestre Stan.

sexta-feira, agosto 22, 2008

Medalhas, Hong Kong e foice ...

Medalhas

Uma da manhã e aqui estou eu, escrevendo o post pro blog, feliz com a vitória do mengão, boquiaberto com o papo que tive hoje no ponto de ônibus e maravilhado com o cenário de Hong Kong para o Flight Simulator X.

Com grande satisfação, venho dividir com vocês, meus leitores, toda a minha emoção com a notícia que acabei de ver na TV. Acabamos de perder o jogo de vôlei de praia e ficamos com a prata. Mesmo assim, conseguimos realizar um objetivo dificílimo – Passamos o Zimbábue no quadro de medalhas!! Isso é gratificante para nós. Além disso, estamos coladinhos com o Cazaquistão, o país do famoso jornalista Borat!! Como já dizia Galvão Bueno, o sábio – Agüenta coração!

É muita emoção para um dia só. Temos apenas uma medalha de prata a menos que o Cazaquistão. Queria passar a Etiópia que no momento encontra-se 3 posições a nossa frente, mas acho difícil, afinal, eles são uma potência esportiva.


Hong Kong

Há poucas horas, estava testando um cenário para o Flight Simulator X. Perfeito, mostra até as graminhas acumuladas no canto do asfalto. Muito bom mesmo.


Foice

Hoje eu estava esperando o ônibus, como sempre. Perto de mim, havia uma senhora que também aguardava o mesmo ônibus. Com medo de esperar muito, perguntei se ela estava ali fazia muito tempo e se o Fernando Color – Atalaia já havia passado. Ela disse que não. Foi então que passou uma caminhonete da polícia em altíssima velocidade em meio a dois carros. Quase bate. Isso foi o estopim para que a senhora começasse a conversar comigo sobre seu ódio pela polícia. Falou que já havia visto policiais batendo em garotos inocentes e teriam também “plantado” drogas dentro das roupas dos moleques. Até aí tudo bem, não me assustei. O papo continuou e ela contou uma história sinistra.

"Pois bem, o local onde moro é muito perigoso e quando meu marido viaja e eu fico sozinha em casa. Certo dia, lá pelas duas horas da madrugada, ouvi um barulho de pessoas entrando no sítio. Levantei e peguei uma foice bem amolada que o pessoal usa para trabalhar lá em casa. Nisso, o ruído foi aumentando e percebi que eles estavam chegando cada vez mais perto. Segurei a foice com força e fiquei aguardando atrás da porta. Quando o primeiro abriu e começou a colocar a cabeça para olhar dentro da casa, não pensei duas vezes e meti a foice no pescoço dele. Eram três, mas os outros dois saíram “ca gota”. Peguei ele, coloquei ele num saco, amarrei com uma corda e saí puxando de cavalo. Era uma distancia mais ou menos daqui até lá na frente, está vendo? "

Fiz de tudo para ficar calmo e confesso que consegui. Nunca tinha ouvido um relato tão direto quanto esse e acho que foi até importante para que eu tenha experiência para ouvir todo tipo de história. Não sei se a senhora falou a verdade ou não, mas essa, com certeza, foi mais uma das minhas inesquecíveis histórias de ônibus em Aracaju.


Music One

Pra terminar, vou deixar aqui um video que achei no youtube. Ele é dedicado à minha rádio favorita. http://www.m1live.com/. Não sei quem fez e nem li todo o texto exibido nele, mas eu precisava deixar uma trilha sonora ...


terça-feira, agosto 19, 2008

O corredor da morte ... fummmmmmm!!!

Sabem aquele amigo que todo mundo tem? Aquele que passa por todos os tipos de situações, aquele que conhece todo mundo, aquele que já foi atropelado, já viu assaltos, já sofreu seqüestro relâmpago, já passou por tudo. Acho que todo mundo tem um amigo assim, ou mesmo o amigo de um amigo.

Esse meu amigo estava conversando comigo um dia desses e me contou uma coisa que estava incomodando muito. Segundo ele, sempre que passa por um determinado corredor de um shopping Center de uma cidade não citada, sente um cheiro insuportável. E o pior foi quando ele me falou que este corredor fica próximo a uma praça de alimentação. Que descuido desse shopping, heim? Onde será que fica isso? Eu só sei que sou feliz de morar aqui em Aracaju, onde os shoppings são locais super agradáveis e nem consigo imaginar como seria um shopping daqui com um mau-cheiro assim logo no corredor próximo à praça de alimentação. Aqui em Aju não existe isso. Tudo sempre limpinho e cheirosinho.

A cada dia que passa a política me irrita mais. As eleições deveriam ser realizadas de 4 em 4 anos e pronto. Tudo de uma vez, prefeito, presidente, vereador, senador, governador, deputados, tudo. Assim, eu e todo mundo teríamos mais sossego durante essa época chata. Eu acho ridículo quando vejo pessoas eufóricas com as eleições. Pra que euforia se nenhum candidato tem despertado tanta confiança ultimamente? Músicas repletas de promessas e melodias que ocupam espaço na minha cabeça. Quanta palhaçada.

sexta-feira, agosto 15, 2008

Problemas com água...

Existe a Agência de Energia Elétrica, Agencia do Petróleo, Agência de Aviação, Agencia das Telecomunicações, etc. Um dia desses rolou uma falta de água aqui em casa e eu descobri que também existe a ANA, Agencia Nacional da Água. Entrei lá e fiz uma reclamação sobre os serviços da empresa distribuidora de água em Aracaju. Eles me informaram que a reclamação precisa ser feita para o Estado ou Município.

Com tanta evolução na criação dessas agências, o Governo deveria criar também uma Agência com poder para inspecionar a qualidade da água e do serviço de distribuição. É um absurdo não termos uma ferramenta mais palpável para reclamar sobre essas questões.

Livros

Aqui estão alguns dos livros que tenho e/ou li. Vale dizer que foi fogo conseguir colocar essas fotos dos livros aqui. É muito ruim a ferramenta de formatação de fotos no blogger. Espero que eles melhorem isso.

Além dos livros, aconteceu mais uma comigo hoje no ônibus. Estava eu sentado, tranquilão tomando um Gatorade geladinho quando um garoto com algum problema mental deu um tapa na garrafa de Gatorade. A minha sorte foi que eu estava segurando firme. Se não fosse isso ía tomar um banho. Demorei um pouco pra perceber que o garoto tinha problemas, mas ficou tudo bem. A mãe dele parecia estar treinada e tirou a mão do moleque de perto rapidamente.

Pra terminar, tenho que falar da infelicidade de ver a Jade Barbosa caindo de bunda no chão, mais uma vez... É uma pena.